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32.  20131004  4
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1725* ama00012224Eca de Queiroz: Contos
38.  20121111 
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2215* ama003ajk7655Oliveira Martins: Historia de Portugal
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1
0198Author: Bookname

Treasury of words and concepts

32 Eca de Queiroz: Contos, 10 177
audácia s. f.
1. Impulso que leva a realizar atos difíceis ou perigosos.
2. Insolência, ousadia, atrevimento.

32 Eca de Queiroz: Contos, 10 191
mangá s. f. Gênero de banda desenhada de origem japonesa.   ‣ Etimologia
japonês manga   ♦ Grafia em Portugal
manga.

32 Eca de Queiroz: Contos, 100 2007
azinhaga s. f. Caminho da largura de um carro, quando muito, aberto entre valados ou muros altos.

32 Eca de Queiroz: Contos, 100 2020
cilada s. f.
1. Emboscada armada a pessoa a quem se engana para a atrair a ela.
2.  [Figurado] Traição.
3. Plano para enganar alguém. = ARMADILHA, EMBUSTE, ENGANO, LOGRO
4.  [Antigo] [Termo venatório] Lugar encoberto para esperar caça ou a quem se quer atacar por surpresa.   ‣ Etimologia
latim tardio celata, de celatus,
a,
um, particípio passado de celo,
are, esconder, calar

32 Eca de Queiroz: Contos, 102 2044
azinhaga s. f. Caminho da largura de um carro, quando muito, aberto entre valados ou muros altos.

32 Eca de Queiroz: Contos, 103 2069
apetecer |ê| v. tr.
1. Ter apetite de.
2. Desejar. • v. intr.
3. Causar apetite.
4. Ser de apetite.

32 Eca de Queiroz: Contos, 106 2130
ilharga s. f.
1. Cada uma das partes laterais inferiores do baixo
ventre.
2. Lado, parte lateral.
3. Ilhal. • ilhargas s. f. pl.
4. Tábuas que constituem os lados altos das caixas.
5.  [Figurado] Protetor; esteio, apoio.
6. Validos, confidentes, favoritos.
7. de mão na ilharga
 com soberba.

32 Eca de Queiroz: Contos, 108 2170
farrapo s. m.
1. Pedaço rasgado de um tecido ou de uma roupa.
2. Trapo muito usado.
3. Peça de vestuário já rota e muito usada. • adj.
4. Abatido, decaído, moral ou fisicamente.
5.  [Brasil] Nome depreciativo que os imperialistas davam aos republicanos rio
grandenses de 1835.

32 Eca de Queiroz: Contos, 108 2174
luar s. m. Claridade proveniente da reflexão da luz solar pela Lua.   ‣ Etimologia
latim lunaris,
e, lunar

32 Eca de Queiroz: Contos, 108 2178
nenúfar s. m.
1.  [Botânica] Planta aquática, muitas vezes cultivada em recipientes de água devido às suas largas folhas flutuantes e às suas flores de pétalas brancas, amarelas ou vermelhas. (Família das ninfeáceas.)
2. Ninfeia.   ‣ Etimologia
francês nénuphar

32 Eca de Queiroz: Contos, 11 199
alcáçar s. m. Alcácer.

32 Eca de Queiroz: Contos, 11 207
arredor |ó| adv.
1. Em redor. • arredores s. m. pl.
2. Arrabaldes; subúrbios.

32 Eca de Queiroz: Contos, 110 2218
nenúfar s. m.
1.  [Botânica] Planta aquática, muitas vezes cultivada em recipientes de água devido às suas largas folhas flutuantes e às suas flores de pétalas brancas, amarelas ou vermelhas. (Família das ninfeáceas.)
2. Ninfeia.   ‣ Etimologia
francês nénuphar

32 Eca de Queiroz: Contos, 111 2226
adaga s. f. Espécie de punhal comprido e de lâmina larga.

32 Eca de Queiroz: Contos, 120 2413
carruagem s. f.
1. Viatura de molas para passeio ou viagem.
2. Vagão de passageiros.

32 Eca de Queiroz: Contos, 122 2459
cravo s. m.
1. Prego de ferradura.
2. Prego com que se fixavam os supliciados na cruz.
3. Borbulha com raiz (na cara ou nas mãos).
4.  [Veterinária] Tumor duro junto aos cascos dos equídeos. (Também se diz cravo passado ou repassado.)
5.  [Música] Antigo instrumento musical de cordas e teclado. [O piano sucedeu ao cravo nos finais do século XVIII.]
6.  [Botânica] Flor do craveiro.
7. Craveiro.
8.  [Linguagem poética] Prego.
9. Nome de várias plantas. • cravos s. m. pl.
10. Pregos de metal colocados nos ângulos da capa e da contracapa.   ‣ Etimologia
latim clavus,
i, prego, cravo, cavilha, leme

32 Eca de Queiroz: Contos, 126 2535
ceia s. f.
1. A última refeição do dia, feita depois do jantar.
2. Quadro que representa a última ceia de Jesus com os seus Discípulos.

32 Eca de Queiroz: Contos, 126 2545
anasarca s. f. [Medicina] Inchação proveniente da acumulação de serosidade no tecido celular subcutâneo. = HIDROPISIA

32 Eca de Queiroz: Contos, 129 2596
encafuar v. tr. e pron.
1. Meter ou meter
se em cafua.
2. Deixar ou ficar escondido. = ENCERRAR, ESCONDER, OCULTAR ≠ MOSTRAR • Sinônimo geral
ENCAFURNAR   ‣ Etimologia
en
+ cafua +
ar

32 Eca de Queiroz: Contos, 129 2605
patamar s. m.
1. Espaço plano no topo de uma escada ou de um lanço de escadas.
2. Cada um dos níveis de uma escala evolutiva. = DEGRAU, GRAU, ESCALÃO   ‣ Etimologia
origem obscura

32 Eca de Queiroz: Contos, 13 236
buracos—dizia
holes
said

32 Eca de Queiroz: Contos, 13 244
peça |é| s. f.
1. Parte de um todo.
2. Pedaço.
3. Cada uma das partes ou elementos de uma coleção, de um conjunto.
4. Cada um dos órgãos de uma máquina, de um aparelho.
5. Cada uma das tabulas, pedras ou figuras nos jogos de tabuleiro.
6. Joia, móvel, qualquer artefato.
7. Qualquer obra executada por trabalho manual ou mecânico, e cada uma das partes de que se compõe.
8. Qualquer cômodo de uma casa; quarto, compartimento.
9. Composição teatral.
10. Teia.
11. Porção de pano como sai da fábrica.
12.  [Termo venatório] Animal, ave (morta na caça).
13. Documento que faz parte de um processo, etc.
14. Antiga moeda de ouro.
15. Canhão; arma de artilharia.
16. Composição pirotécnica

32 Eca de Queiroz: Contos, 131 2638
gratidão s. f.
1. Reconhecimento (por bem que se nos fez).
2. O ser grato.

32 Eca de Queiroz: Contos, 133 2685
vermelho |â ou ê| adj.
1. Que tem a cor do sangue vivo (ex.
tinta vermelha). = ENCARNADO, ESCARLATE, RUBRO
2. Que apresenta essa cor devido a um afluxo de sangue (ex.
tem o nariz vermelho de tanto chorar). = AFOGUEADO, CORADO, RUBRO
3. Que apresenta essa cor devido a um excesso de exposição solar (ex.
ficou todo vermelho porque passou demasiado tempo ao sol).
4. Que tem caráter malicioso ou faz alusões sexuais. = OBSCENO, PICANTE • s. m.
5. A cor vermelha ou rubra.
6. Verniz de resina, sangue
de
drago e álcool.
7. Variedade de trigo rijo.
8.  [Botânica] Árvore de São Tomé.
9.  [Ictiologia] Peixe do Brasil. • adj. s. m.
10. Diz
se de ou indivíduo da antiga União Soviética (ex.
exército

32 Eca de Queiroz: Contos, 137 2765
açafrão s. m.
1.  [Botânica] Planta bulbosa, da família das iridáceas.
2.  [Botânica] Flor dessa planta, cujos estigmas são empregados para tingir de amarelo, e como tempero, em certas iguarias, e usados em medicina como remédio estimulante e emenagogo. = AÇAFLOR   ‣ Etimologia
árabe az
za'afran

32 Eca de Queiroz: Contos, 138 2782
jangada s. f.
1. Paus que se juntam uns aos outros, em forma de estrado, para flutuar na água.
2. Conjunto de pequenos barcos ligados uns aos outros.
3.  [Figurado] Caranguejola.
4. Conjunto desordenado de coisas.
5. de jangada
 de escantilhão, em confusão.

32 Eca de Queiroz: Contos, 139 2803
facúndia s. f. Elocução fácil e abundante. = ELOQUÊNCIA, FACUNDIDADE   ‣ Etimologia
latim facundia,
ae

32 Eca de Queiroz: Contos, 14 260
apoplético |ét| adj.
1. De apoplexia.
2. Ameaçado de apoplexia.
3. Irritado, acalorado. • s. m.
4. Pessoa que teve apoplexia ou parece estar ameaçado dela.

32 Eca de Queiroz: Contos, 141 2845
jangada s. f.
1. Paus que se juntam uns aos outros, em forma de estrado, para flutuar na água.
2. Conjunto de pequenos barcos ligados uns aos outros.
3.  [Figurado] Caranguejola.
4. Conjunto desordenado de coisas.
5. de jangada
 de escantilhão, em confusão.

32 Eca de Queiroz: Contos, 142 2872
nácar s. m.
1. O mesmo que madrepérola.
2.  [Figurado] Cor
de
rosa. • adj. 2 g.
3. Que é cor
de
rosa. = ROSADO, NACARADO • Plural
nácares.   ‣ Etimologia
espanhol nácar, do árabe hispânico náqra, pequeno tambor

32 Eca de Queiroz: Contos, 144 2896
charco s. m.
1. Poça extensa, mas não profunda, de água estagnada e suja.
2. Pego, atoleiro.

32 Eca de Queiroz: Contos, 147 2968
pisar v. tr.
1. Pôr o pé ou os pés sobre.
3. Passar ou andar por cima de.
4. Percorrer, atravessar.
5. Calcar com os pés. = ESMAGAR
6. Moer em pilão ou gral.
7. Melindrar, ofender; humilhar.
8. Magoar com pancada.
9. Vencer, subjugar. • v. intr.
10. Dar passos, andar, caminhar.
11. pisar aos pés
 desatender, desprezar. 1
2. pisar o palco
 representar.   ‣ Etimologia
latim pinso,
are

32 Eca de Queiroz: Contos, 149 3015
açucena |ê| s. f.
1.  [Botânica] Planta liliácea; lírio branco.
2.  [Figurado] Símbolo de pureza.
3.  [Brasil] Abertura do castiçal na qual se introduz a vela.

32 Eca de Queiroz: Contos, 15 281
patamar s. m.
1. Espaço plano no topo de uma escada ou de um lanço de escadas.
2. Cada um dos níveis de uma escala evolutiva. = DEGRAU, GRAU, ESCALÃO   ‣ Etimologia
origem obscura

32 Eca de Queiroz: Contos, 150 3019
farrapo s. m.
1. Pedaço rasgado de um tecido ou de uma roupa.
2. Trapo muito usado.
3. Peça de vestuário já rota e muito usada. • adj.
4. Abatido, decaído, moral ou fisicamente.
5.  [Brasil] Nome depreciativo que os imperialistas davam aos republicanos rio
grandenses de 1835.

32 Eca de Queiroz: Contos, 150 3024
jazer |ê| v. intr.
1. Estar deitado ou prostrado.
2. Estar morto.
3. Estar sepultado.
4. Permanecer.
5. Estar situado. = FICAR
6. Estar fundado ou apoiado.
7.  [Jurídico, Jurisprudência] Estar jacente. • s. m.
8. Posição de quem está deitado. = JAZIDA   ‣ Etimologia
latim jaceo,
ere, estar estendido, estar na cama, estar doente

32 Eca de Queiroz: Contos, 16 298
navalha s. f.
1. Espécie de faca cuja lâmina se dobra até ocultar o fio no cabo.
2. Dente incisivo inferior do javali.
3. Aguilhão de certos insetos.
4. Lingueirão.
5.  [Figurado] Língua maldizente.
6. Frio intenso.

32 Eca de Queiroz: Contos, 16 300
pasmado adj.
1. Cheio de pasmo; espantado, assombrado.
2. Aparvalhado, apalermado.
3.  [Heráldica] Diz
se do animal sem língua e com a boca aberta.

32 Eca de Queiroz: Contos, 16 312
peitoril s. m.
1. Parapeito.
2. Pedra na parte inferior da boca do forno.

32 Eca de Queiroz: Contos, 17 320
alferes s. m. 2 núm. O menos graduado dos oficiais subalternos.   ‣ Etimologia
latim al
fáris, cavaleiro, escudeiro

32 Eca de Queiroz: Contos, 18 343
pé s. m.
1. Parte do corpo humano que se articula com a extremidade inferior da perna.
2. Parte final dos membros, especialmente posteriores, dos vertebrados terrestres.
3. Parte que serve para sustentar certos móveis e utensílios.
4. Medida de extensão (= 33 centímetros).
5. Cabo (de utensílio).
6. Haste, tronco, raiz.
7. Pedúnculo, pecíolo.
8. Base, sopé.
9. Borra, fezes, sedimento.
10. O último parceiro a quem compete jogar.
11. O que fica da uva depois de espremida uma vez.
12. Espelho de um degrau de escada.
13. Pilar.
14.  [Versificação] Conjunto de duas a quatro sílabas que serve para medir o verso grego e o latino.
15.  [Figurado] Modo, maneira.
16. Estado de um negócio, de uma empresa,

32 Eca de Queiroz: Contos, 19 365
ourivesaria s. f.
1. Arte do ourives.
2. Oficina ou estabelecimento de ourives.

32 Eca de Queiroz: Contos, 21 409
tufão s. m.
1. Vento tempestuoso e repentino que corre com grande fúria todos os rumos.
2. Furacão no mar.
3.  [Portugal
Algarve] Variedade de calcário tufoso.

32 Eca de Queiroz: Contos, 23 457
praguejar v. intr.
1. Rogar pragas, proferir imprecações contra alguém. • v. tr.
2. Vociferar contra, maldizer.
3. praguejar de
 vociferar contra.

32 Eca de Queiroz: Contos, 27 533
presunto s. m.
1. Perna ou espádua do porco, depois de salgada e curada.
2.  [Gíria] Pessoa morta.
3. Variedade de pera de Lamego.
4.  [Portugal
Alentejo] Pé grande.

32 Eca de Queiroz: Contos, 28 543
cru adj.
1. Que está por cozer, por corar ou por curtir.
2. Em bruto; não preparado.
3. Diz
se, em pintura, dos tons duros em que, entre os escuros e os claros, não há transição.
4. Cruel, bárbaro, desumano, despiedado.
5.  [Medicina] Que ainda não passou pelas fases necessárias.   ‣ Etimologia
latim crudus,
a,
um

32 Eca de Queiroz: Contos, 29 570
calva s. f.
1. Parte sem cabelo (na cabeça).
2.  [Figurado] Parte onde falta o que ali devia haver (ex.
pelo no pano, vegetação no terreno, etc.).
3. Defeitos, fracos.   • Confrontar
salva.

32 Eca de Queiroz: Contos, 29 574
tristonho |ô| adj.
1. Que revela tristeza.
2. Melancólico; sorumbático.
3. Carrancudo; carregado; macambúzio. • Plural
tristonhos |ô|.

32 Eca de Queiroz: Contos, 29 579
camapé,

32 Eca de Queiroz: Contos, 3 49
aro s. m.
1. Pequeno arco.
2. Anel, círculo.
3. Argola (de certos jogos de bolas).
4. Subúrbios de terra importante.
5. Jarro (planta).
6. Peça quadrangular de madeira que guarnece o vão da janela.
7. Virola.
8. Cincho.

32 Eca de Queiroz: Contos, 30 583
cinza s. f.
1. Resíduos de um corpo queimado.
2.  [Figurado] Restos mortais.
3. Memória dos finados. (Mais usado no plural.)
4. Luto; mortificação; dor.
5. quarta
Feira de Cinzas
 primeiro dia da Quaresma.
6.  [Brasil, Popular] sair cinza
 degenerar em barulho.

32 Eca de Queiroz: Contos, 30 588
cinza s. f.
1. Resíduos de um corpo queimado.
2.  [Figurado] Restos mortais.
3. Memória dos finados. (Mais usado no plural.)
4. Luto; mortificação; dor.
5. quarta
Feira de Cinzas
 primeiro dia da Quaresma.
6.  [Brasil, Popular] sair cinza
 degenerar em barulho.

32 Eca de Queiroz: Contos, 30 597
pequerrucho s. m.
1. Criança, menino.
2. Rapazinho.
3.  [Brasil] Dedal. • adj.
4. Muito pequeno.

32 Eca de Queiroz: Contos, 32 639
rábula s. m.
1. Advogado chicaneiro.
2. Homem muito falador que não chega às conclusões do seu arrazoado. • s. f.
3. Pequeno papel em peça de teatro.
4. Obra dialogada de curta duração, geralmente cômica, representada em teatro, televisão ou cinema.   ‣ Etimologia
latim rabula,
ae, gritador, mau orador, mau advogado   • Confrontar
rádula.

32 Eca de Queiroz: Contos, 33 643
leão s. m.
1.  [Zoologia] Mamífero carnívoro da família dos felídeos.
2.  [Figurado] Valente; homem de grande coragem.
3. Fera; pessoa intratável.
4. Namorador jactancioso ou feliz.
5. Torcedor do Sporting Clube de Portugal.
6.  [Astrologia] Signo do Zodíaco, entre Câncer e Virgem. (Com inicial geralmente maiúscula.)
7.  [Heráldica] Figura de leão. • Feminino
leoa.674,w,Musgo

32 Eca de Queiroz: Contos, 35 688
moleiro s. m.
1. Dono de moinho ou de azenha.
2. O que trabalha em moagem.
3. Mandrião (ave).
4.  [Portugal
Beira] Variedade de feijão.
5.  [Brasil] Espécie de papagaio da região do Amazonas.

32 Eca de Queiroz: Contos, 35 697
tolo |ô| adj. s. m.
1. Que ou quem erra por falta de

32 Eca de Queiroz: Contos, 37 741
Triagem

32 Eca de Queiroz: Contos, 4 54
esfomeado adj. Que tem muita fome; faminto.

32 Eca de Queiroz: Contos, 4 63
cocheiro s. m.
1. Aquele que conduz os cavalos de uma carruagem.
2. Constelação boreal.

32 Eca de Queiroz: Contos, 4 72
escárnio v. intr.
1. Mofa; zombaria manifesta; motejo.
2. Menosprezo, desacato.

32 Eca de Queiroz: Contos, 48 952
fuligem s. f. Substância proveniente da decomposição do combustível que se evola dele com o fumo, mas que, mais pesado do que este, se agarra às paredes das chaminés, etc.

32 Eca de Queiroz: Contos, 48 956
ceia s. f.
1. A última refeição do dia, feita depois do jantar.
2. Quadro que representa a última ceia de Jesus com os seus Discípulos.

32 Eca de Queiroz: Contos, 49 971
sopeira s. f.
1. Vaso para sopa; terrina.
2.  [Informal] Empregada doméstica, cozinheira.   • Confrontar
copeira.

32 Eca de Queiroz: Contos, 51 1013
caseiro adj.
1. Relativo a casa.
2. Que é feito em casa.
3. Que se usa sobretudo em casa.
4. Que gosta muito de estar em casa; que não sai muito. • s. m.
5. Pessoa que explora um terreno agrícola, a cujo proprietário paga uma renda. = RENDEIRO
6. Pessoa encarregue de cuidar da casa de outrem.
7. Pessoa cuja atividade consiste em dirigir os trabalhos de uma propriedade agrícola. = FEITOR   ‣ Etimologia
casa +
eiro

32 Eca de Queiroz: Contos, 54 1072
besuntar v. tr.
1. Untar (esfregando).
2. Sujar (com nódoas de gordura).

32 Eca de Queiroz: Contos, 57 1129
égua s. f. Fêmea do cavalo.

32 Eca de Queiroz: Contos, 57 1134
pinheiro s. m.
1.  [Botânica] Gênero de árvores pináceas. = PINHO • adj.
2.  [Brasil] Diz
se da rês que tem os chifres direitos.   ‣ Etimologia
pinho +
eiro

32 Eca de Queiroz: Contos, 57 1141
melro |é| s. m.
1.  [Ornitologia] Pássaro dentirrostro (Turdus merula, Lin.), de plumagem negra, bico amarelo e canto melodioso.
2.  [Ictiologia] Peixe percoide de Portugal.
3.  [Figurado] Homem finório; espertalhão.
4. melro de bico amarelo
 homem finório, sagaz, espertalhão.

32 Eca de Queiroz: Contos, 57 1146
taverna |é| s. f. Ver taberna.

32 Eca de Queiroz: Contos, 58 1151
tosse s. f.
1. Convulsão ruidosa do peito ou da garganta.
2. tosse comprida
 o mesmo que tosse convulsa.
3. tosse convulsa
 tosse acompanhada de convulsões. = COQUELUCHE   ‣ Etimologia
latim tussis,
is

32 Eca de Queiroz: Contos, 58 1155
dobrão s. m.
1. Moeda de ouro (24$000).
2.  [Brasil
Norte] Moeda de cobre do valor de 40 réis.

32 Eca de Queiroz: Contos, 58 1159
torpe |ó| adj. 2 g.
1. Que entorpece.
2. Embaraçado; acanhado.   ‣ Etimologia
derivação regressiva de torpecer

32 Eca de Queiroz: Contos, 58 1163
bocejar v. intr.
1. Fazer bocejo.
2. Enfastiar
se;

32 Eca de Queiroz: Contos, 59 1172
encolhido adj.
1. Contraído, encurtado. • s. m.
2. Aquele que se encolhe, que é tímido, que não tem energia.

32 Eca de Queiroz: Contos, 6 106
baco s. m.
1.  [Brasil] Caixão para lavagem de diamantes. • adj.
2.  [Brasil] Diz
se do pelo do gado vermelho amarelado.   ‣ Etimologia
quicongo 'mbaku   • Confrontar
baço.

32 Eca de Queiroz: Contos, 6 111
peitoril s. m.
1. Parapeito.
2. Pedra na parte inferior da boca do forno.

32 Eca de Queiroz: Contos, 60 1190
III Agora eram dêle, só dêle,

32 Eca de Queiroz: Contos, 60 1195
lareira s. f.
1. Laje do lar em que se acende o fogo; lar.
2. doutor de lareira
 indivíduo que se tem em grande conta para aconselhar os outros.

32 Eca de Queiroz: Contos, 61 1217
esmagar v. tr.
1. Comprimir até rebentar ou dilacerar.
2. Triturar; calcar.
3.  [Figurado] Fazer embatucar.
4. Destruir por completo os argumentos de (outrem).
5. Achatar.
6. Vencer.
7. Afligir, despedaçar.
8. Consumir de mágoa.
9. Oprimir, tiranizar.
10. Desprezar.
11. Passar por cima.
12. Ter debaixo dos pés. • v. pron.
13. Ser esmagado.

32 Eca de Queiroz: Contos, 61 1227
relva |é| s. f.
1. Erva miúda antes de ter a espiga.
2. Terreno coberto de erva. = GRAMADO

32 Eca de Queiroz: Contos, 62 1241
prancha s. f.
1. Tábua grande e grossa de que se podem extrair outras menores por meio de serração.
2. Tabuão grosso que serve para dar passagem de um barco para outro ou para terra.
3. A parte plana da espada, do terçado, etc.
4.  [Maçonaria] Página de papel.
5. fazer a prancha
 sustentar
se ao cimo de água, deitado de costas.
6. prancha à vela
 prancha provida de um leme e de um ailerão imersos, e que se faz mover na água por meio de uma articulação entre o mastro e a vela orientável em todos os sentidos; esporte náutico assim praticado.

32 Eca de Queiroz: Contos, 63 1259
agarrar v. tr.
1. Deitar a garra a.
2. Pegar em.
3. Apanhar.
4. Segurar.
5. Alcançar.
6. Apoderar
se de.
7. Deitar a mão a. • v. pron.
8. Lançar a mão a (para se segurar).
9. Ficar pegado a; aferrar
se.
10. Tornar
se importuno.
11. Valer
se de.

32 Eca de Queiroz: Contos, 64 1281
carvalho s. m.
1. Grande árvore cupulífera que produz bolotas e cuja madeira é muito dura e muito compacta. = CARVALHEIRA, QUERCO, ROBLE
2. Madeira dessa árvore.   ‣ Etimologia
origem duvidosa

32 Eca de Queiroz: Contos, 65 1300
escárnio v. intr.
1. Mofa; zombaria manifesta; motejo.
2. Menosprezo, desacato.

32 Eca de Queiroz: Contos, 67 1341
mágoa s. f.
1. Efeito de magoar.
2. Mancha ou nódoa resultante de contusão.
3.  [Figurado] Tristeza; desgosto; dor de alma; amargura.
4. Pêsame; condolência.   ‣ Etimologia
latim vulgar *macella, diminutivo de macula, mancha, nódoa

32 Eca de Queiroz: Contos, 68 1359
abastecer |ê| v. tr.
1. Prover do que é preciso, de modo que nada falte. • v. pron.
2. Prover
se do preciso.

32 Eca de Queiroz: Contos, 69 1374
medonho |ô| adj.
1. Que causa medo.
2. Tremendo, pavoroso. • s. m.
3. Mandrião (ave). • Plural
medonhos |ô|.

32 Eca de Queiroz: Contos, 69 1379
felpo |ê| s. m.
1. Felpa.
2. Ato de enfelpar.
3. Conjunto de indivíduos agarrados uns aos outros; guerreia, briga. • adj.
4. Felpudo.

32 Eca de Queiroz: Contos, 7 120
caixilho s. m.
1. Moldura de madeira ou metal para painéis.
2. Moldura de madeira ou metal dividida em compartimentos onde assentam vidros.
3. Estante.
4. caixilho focal
 caixilho em que se põe em foco a imagem fotográfica.   ‣ Etimologia
caixa +
ilho

32 Eca de Queiroz: Contos, 7 125
mangá s. f. Gênero de banda desenhada de origem japonesa.   ‣ Etimologia
japonês manga   ♦ Grafia em Portugal
manga.

32 Eca de Queiroz: Contos, 71 1420
auroque s. m. Espécie de boi selvagem de grande porte, extinto desde a Idade Média.

32 Eca de Queiroz: Contos, 73 1463
almíscar s. m.
1. Substância aromática secretada pelo almiscareiro.
2. Almiscareira.

32 Eca de Queiroz: Contos, 74 1487
pulo s. m.
1. Salto.
2. Pulsação violenta.
3. Agitação.
4.  [Portugal
Regionalismo] Larva de abelha.
5. dar pulo de corça
 enfurecer
se.

32 Eca de Queiroz: Contos, 75 1509
lua s. f.
1. O único planeta satélite da Terra.
2. Tempo compreendido entre dois novilúnios.
3.  [Por extensão] Mês.
4.  [Popular] Cio.
5.  [Ictiologia] O mesmo que peixe
lua.
6. Disco de ouro ou prata que os Timores usam ao pescoço, como símbolo de heroicidade. (Quando se refere ao astro, escreve
se com inicial maiúscula
Lua.)
7. estar com a lua
 disparatar.
8. lua cheia
 a Lua em oposição com o Sol.
9. lua nova
 a Lua em conjunção com o Sol.
10. na lua
 sem atenção ou de maneira distraída (ex.
ele anda sempre na lua).   ‣ Etimologia
latim luna,
ae, lua, mês, noite, garganta   • Confrontar
loa.

32 Eca de Queiroz: Contos, 77 1542
beiço s. m.
1. Cada uma das partes carnudas que formam a entrada da boca. = LÁBIO
2. Bordo (de ferida).
3. Rebordo.
4. de beiço caído por
 apaixonado.
5.  [Brasil] passar o beiço
 pregar calote.
6. ter ainda os beiços com que mamou
 ser ainda muito inexperiente.

32 Eca de Queiroz: Contos, 77 1546
guedelha |â ou ê| s. f.
1. Cabelo comprido e desgrenhado. = GADELHA, GAFORINA, GRENHA, GUEDELHO, MELENA
2. Porção de cabelo. = MADEIXA, MELENA
3.  [Por extensão] Madeixa de quaisquer fios.
4.  [Figurado] Proveito, lucro, interesse. • s. m.
5.  [Portugal
Regionalismo] Diabo.   ‣ Etimologia
talvez do latim *viticula,
ae, pequena vide

32 Eca de Queiroz: Contos, 79 1588
pêlo |ê| s. m.
1. Prolongamento filiforme que cresce na pele dos animais e em algumas partes do corpo humano.
2. Conjunto dos pelos de um mamífero. = PENUGEM
3. A lanugem dos frutos e das plantas. = PENUGEM
4. a pelo
 a propósito.
5. em pelo
 nu.   ‣ Etimologia
latim pilus,
i   • Confrontar
pelo.   ♦ Grafia de pelo antes do Acordo Ortográfico de 1990.

32 Eca de Queiroz: Contos, 8 138
leque s. m.
1. Espécie de ventarola que se fecha pela sobreposição das varetas.
2.  [Zoologia] Espécie de pólipo.
3. Antiga moeda de Ormuz.
4. Laque.
5. leque dos preços
 leque salarial, conjunto diferenciado dos preços de um mesmo grupo de artigos, dos salários de um mesmo setor.
6. leque salarial
 estado comparativo dos salários atribuídos aos trabalhadores de um estabelecimento, de uma empresa, ou de um ramo industrial, indo do mais baixo ao mais elevado.

32 Eca de Queiroz: Contos, 84 1680
enrediça s. f. Designação genérica das plantas trepadeiras ou sarmentosas.

32 Eca de Queiroz: Contos, 84 1685
lasca s. f.
1. Fragmento comprido, estreito e delgado que se levanta de um corpo.
2. Ronda (jogo de cartas).
3.  [Gíria] Mulher bonita.   ‣ Etimologia
origem obscura

32 Eca de Queiroz: Contos, 85 1699
fumaraça s. f. O mesmo que fumarada. fumarada s. f. Grande porção de fumo. = FUMAÇADA, FUMACEIRA, FUMEIRO, FUMARAÇA

32 Eca de Queiroz: Contos, 85 1704
chama s. m.
1. Parte luminosa e ardente que soltam de si as matérias em combustão.
2. Labareda.
3.  [Por extensão] Luz, brilho.
4.  [Figurado] Veemência, entusiasmo, ardor (das paixões).
5. Fogo (da inspiração).   ‣ Etimologia
latim flamma,
ae   • Confrontar
xama.

32 Eca de Queiroz: Contos, 86 1718
auroque s. m. Espécie de boi selvagem de grande porte, extinto desde a Idade Média.

32 Eca de Queiroz: Contos, 86 1728
lamber |ê| v. tr.
1. Passar a língua por.
2.  [Figurado] Banhar; tocar levemente.
3. Devorar, engolir.
4. Polir; apurar. • v. tr.
5. Saborear.
6. Apetecer ardentemente.
7.  [Figurado] Estar muito satisfeito.
8. lamber os beiços
 saborear.
9. lamber os pés
 bajular.

32 Eca de Queiroz: Contos, 87 1742
pata s. f. [Zoologia] Fêmea do pato.   ‣ Etimologia
feminino de pato

32 Eca de Queiroz: Contos, 87 1752
cão s. m.
1. Quadrúpede carnívoro digitígrado e doméstico.
2. Peça de percussão nas armas de fogo portáteis.
3. Cada um dos dois ferros que ladeiam o lume na chaminé.
4. Pedra de ressalte nas paredes para suster balcões, etc.
5. Peça de madeira que vem da calha à mó do moinho.
6.  [Figurado] Homem desprezível.
7. Homem muito severo.
8.  [Popular] Calote.
9.  [Antigo] Certa peça de artilharia.
10. cão de fila
 o mesmo que cão de guarda.
11.  [Informal] pessoa que defende algo ou alguém de maneira servil.
12. cão de guarda
 cachorro, geralmente agressivo e de grande porte, que se destina à proteção de pessoas e bens. = CACHORRO DE FILA
13.  [Informal] cão e gato
 duas pessoas que estão em

32 Eca de Queiroz: Contos, 87 1757
povo |ô| s. m.
1. Conjunto dos habitantes de uma nação ou de uma localidade.
2. Pequena povoação.
3. Lugarejo.
4. Aglomeração de pessoas. = GENTE
5.  [Antigo] O terceiro estado da Nação Portuguesa.
6.  [Figurado] Grande número, quantidade. • povos s. m. pl.
7. As nações. • Plural
povos |ó|.

32 Eca de Queiroz: Contos, 88 1760
pterodáctilo adj.
1.  [Zoologia] Que tem os dedos reunidos por membranas como o morcego. • s. m.
2. Pterossauro (gênero Pterodactylus) de rostro dentado, desprovido de cauda, do Jurássico.   ‣ Etimologia
ptero
+
dáctilo   ♦ Grafia no Brasil
pterodátilo.

32 Eca de Queiroz: Contos, 88 1770
focinho s. m.
1. Parte da cabeça de certos animais que se compõe das ventas, boca e queixo.
2.  [Popular] Nariz.
3. Cara.
4. Semblante carregado; mau humor.

32 Eca de Queiroz: Contos, 9 172
orchata s. f.
1. Refresco feito com pevides de melancia, água e açúcar.
2. Xarope preparado antigamente com uma decocção de cevada e agora com uma emulsão de amêndoas.
3. Esse xarope diluído em água.

32 Eca de Queiroz: Contos, 90 1816
oiro s. m. O mesmo que ouro.

32 Eca de Queiroz: Contos, 94 1887
chafariz s. m. Fonte com várias bicas em que a água cai num tanque.

32 Eca de Queiroz: Contos, 94 1896
ramalheteira s. f. Mulher que vende ou faz ramos de flores.

32 Eca de Queiroz: Contos, 95 1901
pestana s. f.
1. Cabelo da pálpebra.
2. Tira cosida a uma peça de vestuário com casas para abotoar.
3. Debrum de costura.
4. Friso para ornato em móveis, caixas, etc.
5. Peça no tampo superior da viola (onde entram as cordas).
6.  [Encadernação] Extremidade dobrada de um fólio para permitir a costura.
7. queimar as pestanas
 aplicar
se.
8. Estudar muito.

32 Eca de Queiroz: Contos, 95 1915
espanto s. m. Impressão forte causada por coisa que inesperada e repentinamente nos dá grande medo; assombro, pasmo; maravilha, surpresa; consternação.

32 Eca de Queiroz: Contos, 96 1924
cravo s. m.
1. Prego de ferradura.
2. Prego com que se fixavam os supliciados na cruz.
3. Borbulha com raiz (na cara ou nas mãos).
4.  [Veterinária] Tumor duro junto aos cascos dos equídeos. (Também se diz cravo passado ou repassado.)
5.  [Música] Antigo instrumento musical de cordas e teclado. [O piano sucedeu ao cravo nos finais do século XVIII.]
6.  [Botânica] Flor do craveiro.
7. Craveiro.
8.  [Linguagem poética] Prego.
9. Nome de várias plantas. • cravos s. m. pl.
10. Pregos de metal colocados nos ângulos da capa e da contracapa.   ‣ Etimologia
latim clavus,
i, prego, cravo, cavilha, leme

32 Eca de Queiroz: Contos, 96 1926
alvoroço |ô| s. m.
1. Ato de alvoroçar.
2. Grande agitação produzida (por pânico ou alegria).
3. Tumulto; motim; pressa. • Sinônimo geral
ALVOROTO • Plural
alvoroços |ô|.

32 Eca de Queiroz: Contos, 97 1952
cónego s. m.
1. Clérigo que pertence a um cabido.
2. Padre que pertence à direção ou administração de uma igreja, geralmente de uma catedral ou basílica.
3.  [Figurado] Pessoa que vive à farta e com pouco trabalho.   ‣ Etimologia
latim canonicus,
i   ♦ Grafia no Brasil
cônego.

32 Eca de Queiroz: Contos, 98 1966
mastim s. m.
1. cachorro de gado; cachorro de guarda.
2. Agente policial.
3. Pessoa maldizente.

32 Eca de Queiroz: Contos, 98 1980
regar v. tr.
1. Banhar (as plantas, a terra, etc.).
2. Umedecer; molhar.
3. Borrifar.
4. Passar através de, banhar.
5.  [Figurado] Sustentar.
6.  [Informal] Acompanhar com bebida (o que se come).

32 Eca de Queiroz: Contos, 99 1985
grenha s. f.
1. Cabeleira desgrenhada; juba.
2. Bosque denso e emaranhado.
3.  [Portugal
Alentejo] Variedade de couve.
4. Variedade de videira.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 10 168
leiva
leiva s. f.
1. Terra lavrada.
2. Sulco aberto por arado; gleba.
3. Elevagáo ou manta de térra, entre dois sulcos.
4. [Portugal
Beira] Aduela.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 105 1846
algazarra incrivel
algazarra s. f.
1. Barulho provocado por muitas pessoas a falar ou a gritar. = AS SU ADA VOZEARIA
2. Tumulto clamoroso. = CELEUMA
3. [Antigo] Gritaría dos mouros no inicio dos

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 109 1917
soezes
soez é ad). 2g. Torpe; reles; vil.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 110 1926
trevas
trevas s. f. pl. I.Escurldao. 2. Auséncia completa de clarldade ou de luz. 3. [Por extensác] Nolte. 4. [Figurado] Falta de luz Intelectual. 5. Ignorancia. 6. Falta de clvlllzagao. 7. [Liturgia

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 113 1983
bésteiros
besteiro |é| s. m.
1. Soldado armado de besta.
2. Fabricante de bestas.
3. Cardador.
4. [Botánica] O mesmo que erva
besteira.
Etimología
besta |é| +
eiro

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 124 2173
cunho
cunho 5. /77, I.Pega que imprime marca em moedas, medalhas, etc. 2. Marca assim obtida. 3. Anverso (da moeda ou medalha). 4. [Portugal
Regionalismo] Penhasco em meio de um rio. 5.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 127 2220
alfandega
alfándega s. f.
1. Repartigao onde se pagam os direitos de entrada ou saída de mercadoria. = ADUANA
2. Edificio onde está essa repartigao. = ADUANA
3. Direitos alfandegários. = ADUANA
4.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 127 2232
fustas
fusta 5. f. I.Antiga embarcagao comprida, de fundo chato, de vela e remos, de um ou dols mastros. 2. [Antlgc Espécle de xale. 3. [Brasil] Comente de relóglo.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 13 210
amphictyonia
No definition found.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 130 2274
orçamento
opamente s. m.
1. Conjunto das contas provisionais e anuais das receitas e das despesas do Estado, das coletividades e estabelecimentos públicos.
2. Conjunto das Kopioitu leikepöydälle

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 132 2315
peccou
No definition found.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 133 2334
ração
ragáo s. f.
1. Porgáo de alimento ou de bebida para um ou mais dias de alimentagáo de homens ou animáis ou só para urna comida ou vez.
2. [Figurado] Pequeña quantidade, por conta, peso e

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 134 2343
«Fartar
fartar v; /r,
1. Encher de comida ou de bebida; saciar.
2. [Figurado] Satisfazer plenamente.
3. Cansar.
4. Causar aborrecimiento. • v. intr
5. Ser mais que bastante. • v. pron.
6. Saciar
se; beltraneja

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 137 2401
cans
No definition found.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 138 2415
esporas
espora |ó| s. f
1. Instrumento de metal, armado de pontas ou de um disco dentado (roseta), que se adapta á parte posterior do calgado, para picar o animal em que se monta.
2. [Figurado] Estímulo,

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 142 2489
mômos
momo |ó| 5, /77,
1. [Mitología] Deus da sátira e c riso.
2. [Mitología] Filho do Sol e da Noit segundo Hesíodo.
3. Momice; representase mímica.
4. Farsa satírica.
5. [Figurado] Escárnio. Full Definitioi

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 156 2741
beira. beira s. f. Л. Margem, proximidade, borda, orla. 2. Aba de telhado.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 16 266
minhoto
minhoto |ó| adj.
1. Relativo ao Minho.
2. Diz
se de urna raga de bovinos, também chamada galega. •
5. m.
3. Natural do Minho.
4. Pega de pau que segura a madeira rachada para que nao

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 166 2924
rumes
rumar v. tr.
1. [Marinha] Por num rumo (urna embarcagáo).
2. Tomar urna diregáo. = IR • Sinónimo geral
DIRIGIR
Etimología
rumo +
ar Kopioitu leikepöydälle

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 167 2927
amuradas
amurada s. f. [Marinha] Parte inferior da borda que serve de parapeito ao navio.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 167 2932
crivadas
crivado adj.
1. Furado em muitas partes por.
2. Coberto, cheio.
Etimología
participio de crívar

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 168 2956
pelouros
pelouro 5. /77, I.Bala de pedra; bala. 2. Bola oca de cera que se usava para nela se encerrar o voto escrito para eleigóes municipals, etc. 3. Cada um dos ramos de administragáo

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 175 3074
rumes
rumar v. tr.
1. [Marinha] Por num rumo (urna embarcagáo).
2. Tomar urna diregáo. = IR • Sinónimo geral
DIRIGIR
Etimología
rumo +
ar

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 184 3232
taforeas
No definition found.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 19 320
azar s, m.
1.Má sorte.
2. Infelicidade.
3. Enguigo.
4. Moeda asiática.
5. [Botánica] Planta de flores brancas odoríferas.
6. [Viticultura] Casta de uva branca. • v. tr.
7. Dar azo a. • i/.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 193 3394
calhaus
calhau 5, m.
1. Pedago de rocha dura.
2. Pedra solta.
3. Seixo.
4. [Portugal
Madeira] Praia de seixos.
Etimología
origem controversa

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 193 3394
tauxiadas
tauxiar v. tr. Ornar ou lavrar com tauxia.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 194 3405
tisnados
tisnado s. m.
1. Enegrecido.
2. [Brasil. Popular] O Diabo.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 194 3409
limadas
limado adj.
1. [Figurado Limpo.
2. Aperfei
goado, polido, castigado.
3. Diz
se do peixe temperado com sal e limao.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 194 3409
prezas
prezar i/, tr.
1. Estimar muito.
2. Ter em grande consideraçao. = RESPETAR
3. Ter como desejo. = ALMEJAR, DESEJAR • V. pron.
4. Estimar
se, respeitar
se, ter dignidade.
5. Ter orgulho ou

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 194 3419
peleja
peleja |á ou é ou ái| s. f.
1. Combate, batalha, briga.
2. Contenda, rixa.
3. rigurado] Diligencia que se faz para vencer as paixóes.
4. Trabalho na execugáo de alguma coisa.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 196 3450
pardaus
pardau s. m.
1. Antiga moeda da índia.
2. [Portugal
Madeira] Espécie de pardal.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 197 3465
algemados
algemar 1/. tr.
1. Prender com algemas.
2. figurado Oprimir; subjugar.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 198 3477
esfarrapados
esfarrapado adj.
1. Roto; vestido de farrapos.
2. Dilacerado.
3. Desconexo.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 198 3478
chusma
chusma s. f.
1. Tripulagao.
2. Multidao.
3. Grande quantidade.
4. Montao.
5. Rancho.
6. [Música] Conjunto de vozes de um coro.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 200 3509
apenas
apenas |é| adv. I.Somente. 2. Com custo, difícilmente, escassamente. • conj. 3. Logo que, táo depressa como.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 200 3516
4 alcances
alcance s. m.
1. Ato ou efeito de alcangar.
2. Distancia que pode ser vencida.
3. Encalgo.
4. Conseguimento.
5. Valor, importancia.
6. Força (da capacidade, do talento, da vista,

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 201 3538
peita
peita 5. f
1. Dádiva para subornar; suborno.
2. [Antigo] Tributo que pagavam os que nao eram fidalgos.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 205 3598
mancebas
manceba |ê| s. f. Mulher amancebada; concubina.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 24 415
façanha.
fa£anha 5, f.
1. Grande feito. = PROEZA
2. [Irónico] Ato feio ou indigno.
3. Desformo tirado de pessoa de notoria ¡nferioridade de forgas.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 31 531
abelhas
abelha \â ou ê| s. f.
1. [Entomologia] Inseto himenóptero, que produz о mel e a cera.
2. [Botánica Abelheira.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 33 569
relva
relva |é| s. f. Л. Erva miúda antes de ter a espiga. 2. Terreno coberto de erva. = GRAMADO

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 34 583
phrigio
No definition found.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 35 602
cazeiro
No definition found.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 35 604
toldado
toldado adj. I.Coberto com toldo. 2. Turvo. 3. Nublado, encoberto. 4. [Figurado] Embriagado.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 35 610
cataratas
catarata s. f
1. Queda de água corrente desde grande altura.
2. Catadupa.
3. [Medicina] Opacidade parcial ou total que impede a chegada dos raios luminosos á retina. • cataratas 5, f.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 36 616
eirado
eirado 5, m.
1. Espago descoberto, sobre urna casa, ou ao nivel de um andar déla.
2. Terrado; terrago; elra.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 36 625
suão
suäo adj. s. m. Diz
se de ou vento quente do sul. • Confrontar
soäo.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 37 630
cevadilha
cevadilha s. f.
1. [Botánica] Planta liliácea ou colquicácea.
2. As sementes dessa planta, que sâo estemutatórias.
3. O loendro ou espirradeira (planta apocinâcea). carvalho, o

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 38 654
beirão
beiräo adj. s. m.
1. Que ou aquele que é natural das Beiras.
2. [Portugal
Trás
os
Montes] Castanheiro recém
nascldo. • Femlnlno
belra ou beiroa. Plural
beirões.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 39 668
outeiros
outeiro 5. /77,
1. Colina.
2. [Antigo] Festa no pátio dos conventos em que os poetas glosavam os motes propostos pelas freirás. • Sinónimo geral
OITEIRO

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 49 852
mister
mister\mísíer\ s. m. Ver mister. • Etimología
palavra inglesa

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 50 866
achou
achar v; tr.
1. Encontrar (procurando ou nao).
2. Descobrir, inventar.
3. Ter na conta de. • v. pron.
4. Estar. •
5. m. 5. Especie de conserva da india.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 51 877
paixão
paixáo s. f
1. Impressáo viva.
2. Perturbagáo ou movimento desordenado do ánimo.
3. Grande inclinagáo ou predilegáo.
4. Afeto violento, amor ardente.
5.0 objeto desse amor.
6. Pena,

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 54 930
torneio
torneio 5. /77, I.Ato ou efeito de tornear. 2. [Figurado] Elegancia de formas. 3. Elegancia de frase. 4. Festa militar do tempo da cavalaria medieval. 5. Justa. 6. Polémica. 7. Concurso. 8.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 54 933
improfícua
improfícuo adj. I.Náo proficuo. 2. Váo, inútil, baldado, frustrado.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 55 951
licito
lícito adj.
1. A que a lei náo se opőe. = LEGAL.. PERMITIDO • adj. s. m.
2. Que ou o que é permitido ou admissível.
Etimología
latim Hcitus,
a,
um, permitido,

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 56 980
rasgar
rasgar 1/. tr.
1. Romper, lacerar, abrir rasgáo. * CERZIR, COSER, UNIR
2. Golpear, ferir.
3. Praticar (urna abertura).
4. Abrir fenda ou buraco em.
5. Sulcar.
6. Tragar, desobstruir, dar

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 57 988
onças
on£a s. f
1. [Zoología] Grande mamífero felino, parecido com o leopardo, que vive na Ásla, com pelagem aclnzentada com manchas escuras. = LEOPARDO
DAS
NEVES
2. [Zoología] O mesmo

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 60 1049
apeiavam
se
No definition found.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 64 1113
cerco
cerco |é| s. m.
1. Ato de cercar.
2. Disposipao de tropas em redor de urna prapa ou fortaleza da qual se vao aproximando no possível.
3. Campo cercado.
4. [Termo venatorio] Disposipao de

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 65 1128
joelho
joelho |â ou ê| s. m.
1. Parte anterior da articulaçao média da perna.
2. [Técnica] Articulaçao, dobradiça.
3. Aparelho que sujeita um instrumento ao seu tripé.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 67 1165
brios
brio
5. m.
1. Pundonor que induz a cumprir о dever ou aínda mais que o dever.
2. Generosi
dade.
3. Valor.
4. Garbo. 5. Fogo, vlvacldade (do cavalo).

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 71 1230
ameias
ameia 5. f. Cada urna das aberturas no alto da muralha, ou do edificio, para por elas se atlrar sobre o inimigo. (Mals usado no plural.)

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 71 1237
chammas
No definition found.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 71 1246
louros
louro s. /77, I.Loureiro. 2. Folha ou ramo de loureiro. 3. Flomem de cábelo louro. 4. [Informal] Papagalo. • adj. 5. Que é da cor do ouro. • louros 5, /77, pí 6. Coroa triunfal. 7. Gloria ou

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 75 1316
fraqueza
fraqueza |ê| s. f.
1. Perda da força.
2. Falta de solidez.
3. Debllldade.
4. Fragllldade.
5. Perda de energía.
6. Tendencia para ceder a sugestáo ou Imposlçôes.
7. Pusllanlmldade.
8. Complelçâo

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 76 1326
açoute
açoute s. т. О mesmo que açoite.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 77 1342
Filhem
Filhem
Dicionário inFormal www.dicionarioinformaLcom.br/filhem/ ^ Transíate this page Significado de filhem no Dicionário inFormal online de Portugués. O que é
filhem
filhem é urna flexáo defilho
Cria do homem. do ser humano.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 79 1375
vertigem
vertigem s. f. I.Sensagáo ilusoria de movimento do corpo ou movimento á volta do corpo. = DELÍQUIO, TONTURA, VÁGADO 2. [Figurado; Tentagáo súbita; ato descontrolado ou

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 87 1516
mestrado
mestrado s. m.
1. Dignidade ou cargo de cubiça
cubicar v. tr. Cubar. • Etimología
cúbico +
ar

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 90 1576
mestre de ordem militar. 2. Grau de mestre, que se pode obter após a conclusáo da licenciatura ou do bacharelato. 3. Curso para obtengáo do grau

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 94 1639
fraco
fraco adj.
1. Que nao é forte.
2. Que tem menos força que a regular.
3. Que nao tem as condiçoes necessárias de robustez.
4. Débil; sem vigor; debilitado, combalido.
5. Que tem pouca

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 95 1656
achegador
achegador |ô| adj. s. m. Que ou о que achega. • Etimología
achegar +
dor

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 95 1656
feitio
feitio
5. /77,
1. Forma, configuragáo, feigáo, conformagáo.
2. Corte; agougue.
3. rigurado] Especie, laia, qualidade.
4. Caráter, modo de pensar ou de proceder, genio, índole.

38 Oliveira Martins: Historia de Portugal, 97 1696
esporeando
esporear v. tr.
1. Picar com as esporas.
2. [Figurado] Estimular, incitar.


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